1999
Django Jack

 

 

No final da década de 90, a banda Django Jack trouxe inovação aos bailes country, sobretudo no estado de São Paulo, incorporando uma pegada "Southern Rock" com guitarras mais pesadas e marcantes, realizando inúmeros shows nos melhores palcos da região.


Audio

Studio Records

  1. Who's Cheating Who (Alan Jackson cover)
  2. The Old Man Out (Garth Brooks cover)
  3. Sweet Home Alabama (Lynyrd Skynyrd cover)
  4. Chattahoochie (Alan Jackson cover )
  5. Mrs. Robinson (Simon & Garfunkel cover)
  6. Achy Breaky Heart (Billy Ray Cyrus cover)
  7. She's Not Crying Anymore (Billy Cyrus cover)
  8. Blowing In The Wind (Bob Dylan cover)
  9. Jambalaya (Hank Williams cover)

  10. Live Records

  11. Calling Baton Rouge (Garth Brooks cover)
  12. Green River (CCR cover)
  13. That Don't Impress Me Much (Shanya Twain cover)
  14. Mercury Blues (Alan Jackson cover)
  15. Gone and done it (Shanya Twain cover)
  16. Island in the stream (Kenny Rogers cover)
  17. Staying Alive (Bee Gees cover)
  18. Ain't going down (Garth Brooks cover)


Sobre a Banda

Naqueles dias, os grandes eventos que conquistavam o público do interior de São Paulo eram relacionados aos conhecidos “Bailes Country”. Não era incomum encontrar mais de cinco mil pessoas devidamente caracterizadas para dançar, beber ou simplesmente curtir a “vibe” do momento.  Botas, chapéus, calças e demais acessórios eram a regra para homens e mulheres, que desfilavam na noite do interior.

Era o auge dos grandes nomes da música Country como Alan Jackson, Shania Twain e Garth Brooks. O Country agora era pop.

Muitas casas na região começaram a aderir ao movimento e os couverts que eram cobrados para assistir as grupos de rock da região agora davam lugar para bandas Country que tinham uma grande oportunidade para subir em um palco e tocar para milhares de pessoas.

Num dos ensaios, Fábio sugeriu que este poderia ser um novo caminho para a Beer and Blues. Após as primeiras reações preconceituosas do grupo, o vocalista insinuava que havia um nicho inexplorado e  ainda desconhecido no Brasil: O Country Rock.

Para Rao Montana, surgiam novos desafios, uma vez que o estilo exige técnicas muito diferentes do Blues. A guitarra mais clean, com muita compressão e o “Twang” característico do modelo Telecaster da Fender, eram os elementos principais para um guitarrista Country.


Para uma banda começar a funcionar, é preciso colocar uma data. Nada melhor do que um show para estimular os músicos a treinarem as músicas e a performance. Em paralelo era importante ter uma demo bem gravada para divulgar a nova banda, uma ilustre desconhecida após a aposentadoria da Beer anda Blues.

A nova banda só tocaria músicas em inglês e seria interessante um nome que remetesse ao country e ao mesmo tempo fosse universal: Django Jack! Um nome forte, fácil de pronunciar e facilmente se disseminaria ao longo dos próximos meses.

Banda batizada e ensaiada, chegara a hora de mostrar a cara. A primeira apresentação aconteceu no Rancho do Cowboy, na cidade de Jundiai. A surpreendente receptividade do público mostrou que a banda estava no caminho certo...

Os convites para shows começaram a aparecer com maior frequência e chegava o momento de complementar a banda. Claudio Costa foi convidado para os teclados e Kamila Martin para os vocais. Esta formação era garantia de versatilidade de repertório e receptividade do público Mais tarde Ricardo Damas assumiu as baquetas.

A Django Jack deixou vários momentos registrados e posicionou-se com destaque entre as melhores bandas da região. Alguns anos mais tarde, a febre do country começava a diminuir e os integrantes da Django seguiram novos rumos no início dos anos 2000.


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